REFLEXÃO:
“As pessoas não planeiam falhar. Esquecem-se de planear."
Mark McCormack
A tarefa da sessão 4 teve o grande mérito de exemplificar a importância da fase da planificação na execução de qualquer projecto, o que se revelou um exercício árduo e complexo. Saber qual o percurso a seguir, antes de partir, é meio caminho andado para que a viagem tenha sucesso. Planificar a implementação do Modelo de Auto-avaliação das Bibliotecas Escolares é encontrar estratégias de execução e de facilitação do processo que o conduzirão, com grande probabilidade, ao sucesso.
Planificar a aplicação da auto-avaliação da BE implica calendarizar as actividades previstas inerentes ao lançamento da avaliação, proceder ao seu enquadramento enquadramento, realizar o diagnóstico, reconhecer o/s problema/s e objecto/s da avaliação, identificar os factores críticos aplicáveis, seleccionar os métodos e técnicas a utilizar, proceder ao levantamento de necessidades/recursos necessários, intervenientes no processo, aplicar os instrumentos identificados para a recolha de dados, limitações, recolha e análise dos dados, interpretar, sintetizar e comunicar os resultados…Sem dúvida um trabalho muito complexo que se não for bem planificado será impraticável e inexequível. Destes factores resultam as dificuldades em executar a tarefa desta semana, aos quais se acrescentam as limitações de tempo e a carácter individual da tarefa. A revisão desta planificação na minha escola, que irá certamente ocorrer num futuro próximo, irá envolver, no mínimo, a equipa coordenadora da BE.
Apesar de todo o esforço de antecipação, sei que, tal como o piloto que conhece o percurso que terá de percorrer e prevê alguns dos percalços que terá de ultrapassar, a condução deste processo poderá sofrer de alguma falibilidade por erros de cálculo, por inexperiência de quem o direcciona pela primeira vez ou por outras razões, que será necessário também prever.
Clementina Moreira dos santos
Novembro 2009


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