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quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Relexão sobre a III Sessão Online

REFLEXÃO:



Mais uma vez a tarefa proposta implicou uma tomada de decisão e desta feita, com o objectivo de diversificar a natureza das abordagens e a tipologia textual, a minha escolha foi no sentido de produzir um power point, que tem ainda a grande vantagem de poder vir a ser realmente utilizado, pois apresentar o modelo ao Conselho Pedagógico constitui uma preocupação minha, por a considerar fundamental para o processo de implementação do modelo. No entanto, só o farei, depois de concluir a formação, pois que penso que será mais prudente estar na posse do máximo de informação, a qual poderá vir a ser acrescentada ou simplesmente ancorada para que a apresentação seja mais sólida e consistente.

A concretização desta tarefa, dada a sua natureza em termos de tipologia de apresentação, obrigou à realização de um trabalho de grande sistematização e de síntese que não se justifica apenas pela razão já apontada. O simples facto de este documento ter como público-alvo o Conselho Pedagógico constitui-se como factor e condição à sua estruturação e fundamentação. Em primeiro lugar, porque a agenda das reuniões deste órgão é sempre tão alargada e, considerando que o objectivo é prender a atenção dos seus elementos, seria impensável abordar a questão de forma alongada e exaustiva; em segundo lugar, apesar de não existir ainda uma cultura de avaliação nas escolas e do pioneirismo e antecipação da BE nesse processo poder ser factor surpresa e, portanto, favorável, a abordagem terá de ser cautelosa, pois o excesso de informação poderá ser contraproducente; por último, considerando que, na maioria das vezes, a associação entre BE e aprendizagem/ conhecimento/ literacias, nem sempre é imediata, alguns elementos do CP poderão ter alguma dificuldade em compreender a importância desta apresentação.


Nesta como nas outras sessões anteriores, a segunda parte da tarefa impunha o comentário crítico ao trabalho de um colega. Considero o exercício bastante pertinente pelas seguintes razões: primeira, no momento da selecção do trabalho a comentar impõe-se a leitura (diagonal ou mais profunda) de vários trabalhos, o que implica observar/ analisar as conclusões dos outros e confrontá-las com as nossas; segunda, no momento da produção do comentário crítico, a análise do trabalho do outro é muito mais minuciosa e, portanto, o confronto com o nosso posicionamento é mais evidente, surgindo daí ora o reconhecimento da pertinência (ou a sua ausência) dos dados apresentados, ora a antevisão de outras possibilidades e estratégias para a apresentação do mesmo tópico. No caso concreto desta sessão, ao analisar o documento da Susana Namura, percebi que poderia ter sido mais esquemática e directa no tratamento da informação.

Clementina Moreira dos santos

Novembro 2009

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