REFLEXÃO:
“Todos os espíritos são invisíveis para os que não o possuem, e toda a avaliação é um produto do que é avaliado pela esfera cognitiva de quem avalia.”
Arthur Schopenhauer
“Strategic management turns vision into reality”
Michael B. Eisenberg, Danielle H. Miller
A realização da tarefa 2 implicou, em primeiro lugar, fazer uma opção entre as duas propostas apresentadas pela formação. A minha decisão recaiu sobre a segunda opção pelas razões que se enumeram a seguir:
1ª Por considerar que a elaboração da planificação do Workshop implicaria não apenas a estruturação de um trabalho de formação, mas também a concepção dos documentos implicados no mesmo, o que seria uma tarefa hercúlea para se realizar no espaço de uma semana;
2ª Proceder a uma análise crítica do modelo, no sentido de identificar a estrutura e os conceitos implicados, bem como os factores críticos de sucesso inerentes à sua aplicação também não se afigurava tarefa fácil, mas do meu ponto de vista seria realizável.
Feita a opção, a realização da tarefa decorreu com normalidade, o que incluiu mais uma vez uma luta contra o tempo, sobretudo, aquele que seria necessário para proceder às leituras necessárias à elaboração de um documento analítico e crítico, tal com aconteceu na primeira sessão.
A grande utilidade da tarefa realizada foi ler o documento Modelo de Auto-avaliação das Bibliotecas Escolares, para além do que é premente, ou seja, do que é indispensável para a sua aplicação; ler o documento e reconhecer a sua estrutura e, sobretudo, os princípios que o fundamentam, como as noções de valor, auto-regulação, flexibilidade e exequibilidade.
Apesar de ainda não se ter aplicado o modelo de auto-avaliação na minha biblioteca, já existe um investimento considerável para conhecer o modelo anterior, quer através da tentativa de aplicação de alguns dos seus questionários, quer através da realização de encontros com as professoras bibliotecárias do concelho, momentos que permitiram a partilha de conhecimentos e experiências, quer ainda pela necessária, e até obrigatória, leitura cuidada para se produzir documentos fundamentais da BE: o Plano Anual de Actividades, o Plano de Acção.
Em relação à mais-valia desta sessão para o conhecimento do MAABE, ele é inegável, pois fez-me ver outras pistas de trabalho, o “caminho” que quero trilhar.
Clementina Moreira dos santos
Novembro 2009

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